Um jovem caminhoneiro de Imburi de Barra, distrito de Praça João Pessoa, em São Francisco de Itabapoana, morreu em um trágico acidente ocorrido no município de São Francisco de Paula, no Rio Grande do Sul, na tarde deste sábado, 09.
Amaro Jorge Ribeiro de Souza Júnior, 29 anos, dirigia um caminhão com placa de Marataízes, quando tombou numa curva à esquerda, localizada no km 0 da Rodovia RS-486 (Rota do Sol), na localidade de Aratinga.
O veículo transitava entre os municípios gaúchos de São Francisco de Paula e Itati, e estava carregado de batata.
Amaro Jorge, que era conhecido como Thamilan, morreu no local. Um passageiro do caminhão ficou ferido no acidente. Benedito Batista Teixeira Filho, 51, foi socorrido ao Hospital Universitário de Canoas, onde permanece internado.
Pelas redes sociais amigos e familiares lamentaram a morte do jovem, destacando suas qualidades. Alguns não “queriam acreditar” na tragédia.
“É amigão, partiu sem poder nem se despedir. Vai deixa muita saudade aqui, mas Deus precisou de você lá do lado dele. Agora você é um anjo, descanse em paz, amigo. Vai ser sempre lembrado em nossos corações”, postou Vanderlei Felizardo.
“Meus sentimentos (à família). Brother nota 1000. Vai fazer muita falta... que Deus o tenha em um bom lugar”, comentou Whashington Gomes.
“Que isso! Não estou acreditando. Logo você, Junior. Brincamos muito. Agente ia muito na sua casa antigamente. Senhor, porque? Deus conforte o coração de sua família, e que descanse em paz”, comentou Jéssica Mendes.
“Um grande amigo. Que Deus conforte sua família, esposa, filha e amigos! Difícil acreditar, descanse em paz”, escreveu Cleyde Gomes.
“Um grande amigo e um ótimo pai de família. Descanse em paz. Que Deus possa dar força a todos da família”, publicou Leonardo Marques.
TESTER
WEB RÁDIO TROPICAL
domingo, 10 de junho de 2018
quarta-feira, 6 de junho de 2018
Bisavó é presa suspeita de enterrar índia recém-nascida ao supor que estivesse morta em MT Polícia estima que menina ficou enterrada em cova por sete horas. Estado do bebê é estável e médicos aguardam resultados de diversos exames.
bisavó da índia recém-nascida – que foi resgatada depois de ser enterrada viva pela família dela, nessa terça-feira (5), em Canarana, a 838 km de Cuiabá – foi presa pela Polícia Civil nesta quarta-feira (6). A menina sobreviveu e foi resgatada por policiais, que registraram o resgate em vídeo (veja logo abaixo).
A Polícia Civil estima que a criança ficou enterrada por sete horas – entre as 14h e 20h de terça-feira em uma cova de 50 centímetros de profundidade. A menina está no Hospital Regional de Água Boa, a 736 km de Cuiabá.
A bisavó, Kutz Amin, de 57 anos alegou que a criança não chorou e, por isso, acreditou que estivesse morta. Seguindo o costume da comunidade indígena, ela enterrou o corpo no quintal, sem comunicar os órgãos oficiais.
“Nós autuamos a bisavó por tentativa de homicídio. Ela disse que cortou o cordão umbilical e enterrou a menina”, explicou ao G1 o delegado Deuel Paixão de Santana.A mãe da criança, de 15 anos, sentiu contrações e deu à luz no banheiro da casa. O bebê teria batido a cabeça no chão e não teve reação após o nascimento, segundo a família.
“Ela confessou que cortou o cordão umbilical do bebê e, por não ter chorado, ela acreditou que a menina estava morta. Ela fez o enterro do bebê na cultura deles, sem comunicar às autoridades”, disse o delegado.
A mãe da adolescente e a mãe do bebê foram ouvidas na delegacia e liberadas. A adolescente está com um quadro de saúde debilitado e com hemorragia. A bisavó deve ser apresentada à Justiça em uma audiência de custódia entre esta quarta e quinta-feira (7).
A Fundação Nacional do Índio (Funai) acompanha a situação com a família e a bisavó.
“Eles deixaram o costume deles falar mais alto e enterraram a criança por acreditaram que estivesse morta. Futuramente a avó poderá responder por participação e a adolescente por um ato infracional”, finalizou o delegado.
Estado de saúde do bebê
A bebê indígena está sob os cuidados intensivos de uma pediatra desde que deu entrada no Hospital Regional de Água Boa, segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES).
De acordo com a diretora do hospital, Salete Lauermann, o estado do bebê é estável e estão sendo aguardados os resultados de diversos exames que já foram realizados. A pediatra pediu ainda novos exames, dentre eles um de tomografia.
Resgate
A denúncia anônima feita à polícia na tarde de terça-feira dizia que o bebê havia morrido durante o parto e sido enterrado no quintal dessa casa. Com isso, os policiais foram até o local para saber o que tinha acontecido e retirar o corpo e levá-lo ao Instituto Médico Legal (IML).
“Um dos policiais começou a cavar com uma enxada, com muito cuidado e devagar, até que puxou um pano. Nisso, ele ouviu um gemido, quase um choro, como se a criança estivesse resmungando. Ele gritou 'a criança está viva!’”,
A Polícia Civil estima que a criança ficou enterrada por sete horas – entre as 14h e 20h de terça-feira em uma cova de 50 centímetros de profundidade. A menina está no Hospital Regional de Água Boa, a 736 km de Cuiabá.
A bisavó, Kutz Amin, de 57 anos alegou que a criança não chorou e, por isso, acreditou que estivesse morta. Seguindo o costume da comunidade indígena, ela enterrou o corpo no quintal, sem comunicar os órgãos oficiais.
“Nós autuamos a bisavó por tentativa de homicídio. Ela disse que cortou o cordão umbilical e enterrou a menina”, explicou ao G1 o delegado Deuel Paixão de Santana.A mãe da criança, de 15 anos, sentiu contrações e deu à luz no banheiro da casa. O bebê teria batido a cabeça no chão e não teve reação após o nascimento, segundo a família.
“Ela confessou que cortou o cordão umbilical do bebê e, por não ter chorado, ela acreditou que a menina estava morta. Ela fez o enterro do bebê na cultura deles, sem comunicar às autoridades”, disse o delegado.
A mãe da adolescente e a mãe do bebê foram ouvidas na delegacia e liberadas. A adolescente está com um quadro de saúde debilitado e com hemorragia. A bisavó deve ser apresentada à Justiça em uma audiência de custódia entre esta quarta e quinta-feira (7).
A Fundação Nacional do Índio (Funai) acompanha a situação com a família e a bisavó.
“Eles deixaram o costume deles falar mais alto e enterraram a criança por acreditaram que estivesse morta. Futuramente a avó poderá responder por participação e a adolescente por um ato infracional”, finalizou o delegado.
Estado de saúde do bebê
A bebê indígena está sob os cuidados intensivos de uma pediatra desde que deu entrada no Hospital Regional de Água Boa, segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES).
De acordo com a diretora do hospital, Salete Lauermann, o estado do bebê é estável e estão sendo aguardados os resultados de diversos exames que já foram realizados. A pediatra pediu ainda novos exames, dentre eles um de tomografia.
Resgate
A denúncia anônima feita à polícia na tarde de terça-feira dizia que o bebê havia morrido durante o parto e sido enterrado no quintal dessa casa. Com isso, os policiais foram até o local para saber o que tinha acontecido e retirar o corpo e levá-lo ao Instituto Médico Legal (IML).
“Um dos policiais começou a cavar com uma enxada, com muito cuidado e devagar, até que puxou um pano. Nisso, ele ouviu um gemido, quase um choro, como se a criança estivesse resmungando. Ele gritou 'a criança está viva!’”,
terça-feira, 5 de junho de 2018
Crocodilo mata Pastor durante batismo em lago
Um crocodilo matou um pastor protestante que realizava o batismo de fiéis no lago Abaya, em Arba Minch (Etiópia).
Doche Eshete estava conduzindo a cerimônia coletiva na tarde do último domingo (3/6) quando foi surpreendido pelas costas por um grande réptil.
O religioso foi ferido nas pernas, nas costas e nas mãos, morrendo no local. Segundo o site etíope "Borkena", o ataque foi testemunhado por 80 fiéis.
"Ele batizou uma pessoa e, quando ia batizar a segunda, o crocodilo surgiu e atacou o pastor", contou uma testemunha à BBC.
Fiéis conseguiram evitar que o animal arrastasse o corpo de Doche até o meio do lago. O crocodilo escapou.
O lago abriga uma numerosa população de crocodilos.
Doche Eshete estava conduzindo a cerimônia coletiva na tarde do último domingo (3/6) quando foi surpreendido pelas costas por um grande réptil.
O religioso foi ferido nas pernas, nas costas e nas mãos, morrendo no local. Segundo o site etíope "Borkena", o ataque foi testemunhado por 80 fiéis.
"Ele batizou uma pessoa e, quando ia batizar a segunda, o crocodilo surgiu e atacou o pastor", contou uma testemunha à BBC.
Fiéis conseguiram evitar que o animal arrastasse o corpo de Doche até o meio do lago. O crocodilo escapou.
O lago abriga uma numerosa população de crocodilos.
Aline Barros vivencia tragédia que matou 69 pessoas
A cantora gospel Aline Barros esteve em missões durante o último final de semana, em um país onde mais de 1 milhão de pessoas acabou sendo afetado com a erupção de um vulcão, que deixou um saldo de 69 mortos e forçou mais de 3 mil pessoas a evacuarem.
Aline esteve na Guatemala, onde o vulcão conhecido como “Vulcão de fogo” entrou em erupção e colocou os departamentos de Sacatepéquez, Chimaltenango e Escuintla, no centro das atenções da imprensa mundial.
Nesta segunda feira, Aline Barros escreveu em suas redes sociais: “Estamos aqui em Guatemala e nos unimos aos nossos irmãos em oração por estas famílias, por esta nação”.
A cantora gospel esteve ministrando em um evento promovido pela igreja “Casa de Dios”, e esteve no país acompanhada de seus pais, em uma viagem missionária. Aline teve a oportunidade de levar uma palavra de esperança em meio ao caos.IGREJA MUNDIAL DO PODER DE DEUS , RODOVIA AFONSO CELSO N 18 , EM SÃO FRANCISCO ,TEMOS CULTOS DIARIAMENTE.
Aline esteve na Guatemala, onde o vulcão conhecido como “Vulcão de fogo” entrou em erupção e colocou os departamentos de Sacatepéquez, Chimaltenango e Escuintla, no centro das atenções da imprensa mundial.
Nesta segunda feira, Aline Barros escreveu em suas redes sociais: “Estamos aqui em Guatemala e nos unimos aos nossos irmãos em oração por estas famílias, por esta nação”.
A cantora gospel esteve ministrando em um evento promovido pela igreja “Casa de Dios”, e esteve no país acompanhada de seus pais, em uma viagem missionária. Aline teve a oportunidade de levar uma palavra de esperança em meio ao caos.IGREJA MUNDIAL DO PODER DE DEUS , RODOVIA AFONSO CELSO N 18 , EM SÃO FRANCISCO ,TEMOS CULTOS DIARIAMENTE.
Decepção : Gustavo Mateus quebra aliança e deixa o governo Rafael Diniz
O ex-superintendente de trabalho e geração de renda de campos, Gustavo Matheus, informou que rompeu a aliança política que tinha com o prefeito de Campos, Rafael Diniz.
Em um texto publicado nas redes sociais nesta segunda-feira, o pré-candidato a deputado estadual disse que o dia em que deixasse de acreditar no governo, seria o primeiro a deixar. “Avisei lá atrás, quando ainda acreditava no governo, que seria o primeiro a levantar o dedo e pedir pra sair quando deixasse de acreditar. Não estou na política pelos cargos, dinheiro ou qualquer outra facilidade que encanta a tantos. Se fosse o caso, seguiria calado, escondido e ocupando um espaço por interesses ou necessidades pessoais”, informou.
Em outro trecho, Gustavo disse que hoje, faz parte dos 151,462 campistas que acreditaram e se decepcionaram. “Quem me acompanha sabe: fiz de tudo para seguir contribuindo com a nossa cidade através da superintendência de Trabalho e Renda, onde pude em pouco tempo (1 ano e 4 meses), junto com a nossa excelente equipe, realizar uma gestão elogiada por todos, inclusive a própria oposição, sem gastar 1 real sequer dos cofres públicos. Mas já não dá mais…”, ressaltou.
Por fim, Gustavo deixa claro que não há mágoa ou qualquer sentimento negativo contra qualquer um da administração. “Trata-se de uma questão de posicionamento. Desejo muita sorte ao governo e todos seus componentes. Sigo na torcida pela cidade que chamo de lar e todo povo campista”.casa de rações do Samir em Ponto De Cacimbas tel 22 99812289
Em um texto publicado nas redes sociais nesta segunda-feira, o pré-candidato a deputado estadual disse que o dia em que deixasse de acreditar no governo, seria o primeiro a deixar. “Avisei lá atrás, quando ainda acreditava no governo, que seria o primeiro a levantar o dedo e pedir pra sair quando deixasse de acreditar. Não estou na política pelos cargos, dinheiro ou qualquer outra facilidade que encanta a tantos. Se fosse o caso, seguiria calado, escondido e ocupando um espaço por interesses ou necessidades pessoais”, informou.
Em outro trecho, Gustavo disse que hoje, faz parte dos 151,462 campistas que acreditaram e se decepcionaram. “Quem me acompanha sabe: fiz de tudo para seguir contribuindo com a nossa cidade através da superintendência de Trabalho e Renda, onde pude em pouco tempo (1 ano e 4 meses), junto com a nossa excelente equipe, realizar uma gestão elogiada por todos, inclusive a própria oposição, sem gastar 1 real sequer dos cofres públicos. Mas já não dá mais…”, ressaltou.
Por fim, Gustavo deixa claro que não há mágoa ou qualquer sentimento negativo contra qualquer um da administração. “Trata-se de uma questão de posicionamento. Desejo muita sorte ao governo e todos seus componentes. Sigo na torcida pela cidade que chamo de lar e todo povo campista”.casa de rações do Samir em Ponto De Cacimbas tel 22 99812289
segunda-feira, 4 de junho de 2018
Idoso morre ao ser atacado por vaca em Novo Horizonte
m idoso de 74 anos morreu depois de ser atacado por uma vaca, na tarde desta segunda-feira (4), em um sítio no bairro rural de Novo Horizonte (SP).
De acordo com as informações do Corpo de Bombeiros, a vítima, moradora do sítio, tentou pegar um bezerro recém-nascido que estava próximo da vaca. No entanto, o animal estava agressivo e pisoteou o idoso.
Ainda segundo a corporação, o idoso teve uma parada cardiorrespiratória, foi socorrido e levado para a Santa Casa de Novo Horizonte, mas ele não resistiu aos ferimentos e morreu.
*Com informações de Francielle Souza/TV TEM
De acordo com as informações do Corpo de Bombeiros, a vítima, moradora do sítio, tentou pegar um bezerro recém-nascido que estava próximo da vaca. No entanto, o animal estava agressivo e pisoteou o idoso.
Ainda segundo a corporação, o idoso teve uma parada cardiorrespiratória, foi socorrido e levado para a Santa Casa de Novo Horizonte, mas ele não resistiu aos ferimentos e morreu.
*Com informações de Francielle Souza/TV TEM
sábado, 2 de junho de 2018
Familia da pequena Luana recebe vários tipos de doações em Campos
Centenas de moradores de Campos se sensibilizaram com a história da pequena Luana Leal, de apenas 4 anos. A menina tem câncer espalhado em vários órgãos do corpo e necessita de remédios caros. Aliás, parte desses medicamentos, que são adesivos colados no local em que a criança sente dor, são doados pelo próprio Instituto Nacional do Câncer, o Inca, mas são insuficientes porque, com a gravidade da doença, as dores são em praticamente todo o corpo.
Nesta sexta-feira (1°), dezenas de pessoas estiveram na humilde casa onde ela mora, em Fazendinha, zona rural da cidade. Desempregados, os pais da menina ficaram felizes com a quantidade doações que receberam, que foram desde iogurtes até uma cama. “Neste momento, a maior necessidade nossa é pelo medicamento. Muita gente diz que a gente recebe do Inca. De fato recebemos, mas não tem sido o suficiente porque ela tem tido muitas dores”, explicaram os pais de Luana.
A criança foi diagnosticada com câncer na perna quando tinha um ano e meio de idade. Fez quimioterapia e radioterapia, foi parcialmente curada, mas a doença voltou pouco tempo depois ainda mais agressiva. Atualmente, ela tem metástase nos dois pulmões, nos rins e em outros órgãos.
A família está com viagem para o Inca prevista para o próximo dia 11. Até lá, pai e mãe tem se virado como podem para tentar amenizar o sofrimento da filha. Apesar das doações, a família ainda necessita de ajuda, principalmente no que tange ao medicamento, o Durogesic. A caixa do remédio é composta em cinco adesivos que são aplicados no local da dor, mas custa em média R$ 600,00 e não é fácil de encontrar em farmácias de Campos.
Quem desejar continuar fazendo doações, basta entrar em contato com Janaína, mãe de Luana, pelo telefone: (22) 997671243 ou para Lena Souza, fundadora do Instituto Sawanna (22) 99804-9072.
Nesta sexta-feira (1°), dezenas de pessoas estiveram na humilde casa onde ela mora, em Fazendinha, zona rural da cidade. Desempregados, os pais da menina ficaram felizes com a quantidade doações que receberam, que foram desde iogurtes até uma cama. “Neste momento, a maior necessidade nossa é pelo medicamento. Muita gente diz que a gente recebe do Inca. De fato recebemos, mas não tem sido o suficiente porque ela tem tido muitas dores”, explicaram os pais de Luana.
A criança foi diagnosticada com câncer na perna quando tinha um ano e meio de idade. Fez quimioterapia e radioterapia, foi parcialmente curada, mas a doença voltou pouco tempo depois ainda mais agressiva. Atualmente, ela tem metástase nos dois pulmões, nos rins e em outros órgãos.
A família está com viagem para o Inca prevista para o próximo dia 11. Até lá, pai e mãe tem se virado como podem para tentar amenizar o sofrimento da filha. Apesar das doações, a família ainda necessita de ajuda, principalmente no que tange ao medicamento, o Durogesic. A caixa do remédio é composta em cinco adesivos que são aplicados no local da dor, mas custa em média R$ 600,00 e não é fácil de encontrar em farmácias de Campos.
Quem desejar continuar fazendo doações, basta entrar em contato com Janaína, mãe de Luana, pelo telefone: (22) 997671243 ou para Lena Souza, fundadora do Instituto Sawanna (22) 99804-9072.
Assinar:
Postagens (Atom)















