Para se ter uma ideia, 80 milímetros é como se depositassemos 80 litros de água em apenas um metro quadrado, em um solo já encharcado. A localidade de Santa Clara é o ponto de maior problema com as águas, onde casas estão alagadas. As 10h30m, desta quarta-feira(20),a Prefeita Francimara Barbosa Lemos estava em reunião com sua equipe de secretários, planejando uma força tarefa para atender Santa Clara.Segundo ela, em Santa Clara, existiam algumas valas que foran fechadas por determinação da justiça e pode ter agravado a situação na localidade. " A algum tempo atrás alguns moradores queriam que as valas fossem fechadas, enquanto outros queriam que as valas ficassem abertas. Por determinação do Ministério Público nós fechamos e acho que teremos que abrir novamente, pois se continuar chovendo a situação pode se agravar ainda mais", destacou Francimara.
A prefeita disse que está mobilizando todas as secretarias para dar suporte em Santa Clara e que ela irá acompanhar pessoalmente.
Situação das estradas:
Outro grande problema, segundo a Prefeita são as estradas vicinais que estão intransitáveis em diversos pontos, devido ao grande volume de chuvas e vários trechos de asfalto que estão em situação precária, como por exemplo o acesso às praias de Santa Clara e Gargaú. Quanto a essa situação, Francimara nos informou que tem uma agenda amanhã, as 17h, na capital, com o Governador Wilson Vitzel, onde ela vai estar apresentando um relatório detalhado das condições das estradas e solicitar ao Governador apoio para resolver o problema.
O tempo deve seguir instável, pelo menos até o fim de semana. No sábado por exemplo, a previsão é de chuvas com cerca de 25 milímetros. fotos : marcelo Gomes fonte: blog Carlos Jorge é SHOWfaça sua matricula pelo menor preço 22 999570486
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quarta-feira, 20 de novembro de 2019
terça-feira, 19 de novembro de 2019
Para manter namoro, mãe ajudava padrasto a estuprar filha de 13 anos; menina foi obrigada a tatuar nome de estuprador Jovem de 13 anos foi obrigada a tatuar nome de estuprador no braço, segundo a PM. Mulher foi presa e homem é procurado pela Polícia do Amazonas.
Uma mulher de 33 anos foi presa suspeita de permitir que uma de suas filhas, de 13 anos, fosse vítima de estupros praticados pelo padrasto, que é procurado pela polícia. O caso aconteceu no interior do Amazonas, em Maués, a 276 km de Manaus. A menina, abusada por cinco anos, foi obrigada a tatuar o nome do suspeito no braço.
À equipe do Conselho Tutelar da cidade, a vítima contou que era violentada desde os oito anos de idade - com o consentimento da própria mãe. Segundo relato, ela foi "entregue" ao padrasto para que ele aceitasse reatar o relacionamento com a presa."Ela [menina] conta que a mãe teve um outro relacionamento sem o padrasto saber. Quando ela pediu pra voltar, ele perguntou o que "ganharia com isso", ela disse que "qualquer coisa". Então, ele pediu a criança. Na época, ela tinha oito anos. Na primeira vez que ele foi cometer o abuso, a mãe a segurou pelos braços e ajudou a tampar a boca dela", detalhou o conselheiro tutelar Vanderval Moreira ao G1.
Participação 'ativa' da mãe
Segundo o comandante da Polícia Militar que atua na cidade, capitão Orlando Santos, a mãe, segundo investigações, e com base no depoimento da menina, estava presente em todas as vezes que o padastro cometia os estupros. Ela ajudava a segurar a menina.
"Ela tem a tatuagem com o nome do padastro escrito no braço. Obrigada pela mãe. E todas as vezes que ele ia estuprar ela, a mãe estava lá. Segurava ela", complementa ao comentar o caso.
Outros filhosDois outros filhos da mulher, de um e quatro anos de idade, foram acompanhados pelo Conselho Tutelar e por profissionais do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). Eles passarão por exames.
Uma outra filha, de 11 anos, mora em Manaus e pode ser submetida, também, a exames caso a família queira, afirmou o conselheiro. Ela estaria "na mira" do casal, segundo a Polícia Militar.
A mulher foi indiciada por estupro de vulnerável por não ter acionado a polícia, ao tomar conhecimento dos abusos. Um Inquérito Policial (IP) foi instaurado para apurar se os outros dois filhos do casal também eram vítimas de abusos sexuais. Informamos que as diligências irão continuar com o intuito de localizar o padrasto da garota.peça vc também o seu super chá 22 999570486
À equipe do Conselho Tutelar da cidade, a vítima contou que era violentada desde os oito anos de idade - com o consentimento da própria mãe. Segundo relato, ela foi "entregue" ao padrasto para que ele aceitasse reatar o relacionamento com a presa."Ela [menina] conta que a mãe teve um outro relacionamento sem o padrasto saber. Quando ela pediu pra voltar, ele perguntou o que "ganharia com isso", ela disse que "qualquer coisa". Então, ele pediu a criança. Na época, ela tinha oito anos. Na primeira vez que ele foi cometer o abuso, a mãe a segurou pelos braços e ajudou a tampar a boca dela", detalhou o conselheiro tutelar Vanderval Moreira ao G1.
Participação 'ativa' da mãe
Segundo o comandante da Polícia Militar que atua na cidade, capitão Orlando Santos, a mãe, segundo investigações, e com base no depoimento da menina, estava presente em todas as vezes que o padastro cometia os estupros. Ela ajudava a segurar a menina.
"Ela tem a tatuagem com o nome do padastro escrito no braço. Obrigada pela mãe. E todas as vezes que ele ia estuprar ela, a mãe estava lá. Segurava ela", complementa ao comentar o caso.
Outros filhosDois outros filhos da mulher, de um e quatro anos de idade, foram acompanhados pelo Conselho Tutelar e por profissionais do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). Eles passarão por exames.
Uma outra filha, de 11 anos, mora em Manaus e pode ser submetida, também, a exames caso a família queira, afirmou o conselheiro. Ela estaria "na mira" do casal, segundo a Polícia Militar.
A mulher foi indiciada por estupro de vulnerável por não ter acionado a polícia, ao tomar conhecimento dos abusos. Um Inquérito Policial (IP) foi instaurado para apurar se os outros dois filhos do casal também eram vítimas de abusos sexuais. Informamos que as diligências irão continuar com o intuito de localizar o padrasto da garota.peça vc também o seu super chá 22 999570486
domingo, 17 de novembro de 2019
Homem mata a namorada a facadas, manda mensagem para a família dizendo que ‘fez besteira’ e se mata em Itaberaí, diz polícia De acordo com a Polícia Militar, casal discutiu por ciúmes durante a madrugada deste domingo
Um homem matou a namorada a facadas e depois usou a mesma faca para se matar durante a madrugada deste domingo (17), em Itaberaí, a 92 km de Goiânia. De acordo com informações da Polícia Militar, a suspeita é que o casal tenha discutido por ciúmes.
Ainda segundo a PM, o homem, de 31 anos, chegou a enviar mensagens para uma prima afirmando que tinha “feito besteira” e que aquele seria seu "último dia".
A polícia também informou que parentes foram até a casa do casal, no Residencial Recanto das Rosas, e chegaram a arrombar o portão na tentativa de impedir que o homem tirasse a própria vida, mas, quando chegaram ao local, ele já estava morto.
De acordo com a PM, uma equipe foi até o local e isolou a casa durante a madrugada. O G1 tentou contato com a Polícia Civil de Itaberaí para obter mais informações sobre o caso, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.meu visual 2 anos de garantia 22 999570486
Ainda segundo a PM, o homem, de 31 anos, chegou a enviar mensagens para uma prima afirmando que tinha “feito besteira” e que aquele seria seu "último dia".
A polícia também informou que parentes foram até a casa do casal, no Residencial Recanto das Rosas, e chegaram a arrombar o portão na tentativa de impedir que o homem tirasse a própria vida, mas, quando chegaram ao local, ele já estava morto.
De acordo com a PM, uma equipe foi até o local e isolou a casa durante a madrugada. O G1 tentou contato com a Polícia Civil de Itaberaí para obter mais informações sobre o caso, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.meu visual 2 anos de garantia 22 999570486
quarta-feira, 13 de novembro de 2019
O policial mirou no meu rosto, atirou e debochou de mim”: o relato da garota cega por uma bala de borracha Jovem de 16 anos foi atingida na entrada de um baile funk da periferia de São Paulo, na madrugada de domingo
Eles debocharam de mim enquanto eu sangrava, não me prestaram socorro.” Essa é a lembrança mais viva na memória da estudante Gabriella Talhaferro, 16 anos, após ficar cega do olho esquerdo. A causa? Uma bala de borracha disparada por um policial militar do 28º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano durante a dispersão a um baile funk na região de Guaianases, no extremo leste da cidade de São Paulo, na madrugada de domingo, dia 10 de novembro.
PMs combatem inimigo com inscrição ‘favela’ durante treino em SP
Gabriella e sua mãe, Kelly Talhaferro, receberem a reportagem da Ponte na cobertura do apartamento dúplex em que moram, no bairro Vila Virgínia, em Itaquaquecetuba, cidade localizada na Grande São Paulo. A força da menina, que ainda tenta entender o que aconteceu, contrasta com a de sua mãe, que, durante a entrevista, se emocionou por diversas vezes.
A jovem estudante do primeiro ano do Ensino Médio agora não pretende mais voltar para a escola neste ano. Ela contou que era a sua segunda vez naquele baile e que saiu de casa muito contente. A ideia era se encontrar com mais 15 amigos e seguirem em trem da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) da cidade onde moram para o Baile do Beira Rio, como é conhecida a festa de rua que reúne centenas de jovens nas madrugadas de sábado para domingo. Os grupos são vindos dos mais diferentes bairros do lado leste da capital e de cidades na região metropolitana.
A menina vaidosa agora precisa fazer curativos no olho de hora em hora. Gabriella relembra que, no local do baile, foram avisados de que não seria realizado o tradicional evento, já que a PM estava ali desde as primeiras horas da tarde impedindo sua realização. A rua em que a reunião acontece que fica a poucos metros da estação de trem de Guaianases, também administrada pela CPTM, do 44º DP (Guaianases) e da sede da 1ª Companhia do 28º Batalhão.
Segundo Gabriella, mesmo sem o baile ela e seus amigos decidiram permanecer no local pois, já era meia-noite e não teriam como voltar para Itaquaquecetuba, já que o trem havia parado de circular. Não há transporte coletivo nesse horário. A menina então conta que, por volta das 2 horas, policiais militares passaram a dispersar os pequenos grupos que ainda permaneciam no local com bombas e exigindo que deixassem a região.
“Nessa hora fomos até a estação para tentar ir embora, mas os guardas de lá não deixaram a gente ficar, então voltamos”, lembra. Após voltar, a menina conta que ela e seus amigos decidiram ficar em frente a uma adega, na tentativa de fazer com que os policiais que continuavam no local não confrontassem o grupo. Foi nesse momento que o disparo aconteceu.
“Eu estava em frente a adega quando tomei o tiro. Eles vieram na viatura, pararam na rua e quando virei o rosto o policial atirou. Estavam bem na minha frente. Ele estava dentro da viatura. Nem desceu. Mirou no meu rosto e atirou”, conta a garota.
Segundo Gabriella, os quatro PMs que estavam em um carro da corporação de porte pequeno teriam então seguido mais adiante, onde pararam. É desse momento que ela não se esquece. Ensanguentada, com muitas dores e vomitado, os PMs teriam recusado atendimento médico, inclusive com um deles rindo o tempo todo da situação.
“Pedimos para eles ligarem para o socorro e eles disseram ‘se vira’. Um deles ainda me disse ‘vá se foder’, enquanto o outro dava risada. Sou capaz de reconhecer todos: o que atirou em mim, o que me xingou e o que dava risada. Não sai da minha cabeça”, disse, em um dos poucos momentos que troca sua voz doce e fina, típica de uma menina de sua idade, por um timbre mais forte, de revolta.
O socorro da menina foi providenciando por pessoas que estavam na própria adega, já que os policiais se recusaram a prestar socorro e um pouco antes de ser bGabriella conta que só recebeu socorro por volta das 6 horas do domingo, quando chegou ao Hospital São Paulo, na Vila Mariana, na zona sul, distante 30 quilômetros de onde foi baleada. No local, segundo a mãe de Gabriella, uma cirurgia de emergência foi realizada, mas constatada a perda da visão do olho esquerdo.
“Agora que está em casa precisamos fazer a troca do curativo e pingar um colírio de hora em hora. Já um outro colírio é aplicado a cada quatro horas. Esse é mais doloroso e incômodo para minha filha”, conta a manicure autônoma, que disse ter gasto R$ 200 com medicamentos até aqui. A menina ainda deve voltar nesta quinta-feira ao hospital São Paulo para dar andamento no tratamento, que pode resultar na remoção do globo ocular.
“O que me dói é que não estavam em guerra contra bandidos. São adolescentes. Pesquisei e vi que minha filha não foi a única a ser baleada nessas condições. E todos os baleados foram no olho esquerdo e nunca um culpado foi punido”, completa.
Conforme publicado pela Ponte, documentos secretos da PM descrevem as regras para o uso de bala de borracha por integrantes da tropa. Elas só devem ser usadas em casos restritos, contra um “agressor ativo, certo e específico”, e nunca disparada aleatoriamente contra uma multidão. A regra deixa claro que é um “erro” usar bala de borracha para dispersar manifestantes, que o tiro deve ser dado a 20 metros do alvo, “que deverá ser preciso” e “direcionado para os membros inferiores do agressor ativo”.
Gabriella afirma que mesmo gostando muito do som e do passeio com os amigos, nunca mais pisará em um baile funk e que agora entende a revolta de algumas pessoas com a polícia. “Fizeram isso porque são ruins. Fazem isso com qualquer pessoa. Eu achava normal as notícias de polícia em baile funk até acontecer comigo. Quando eu ouvia relatos, a primeira coisa que eu dizia era que a pessoa não tinha que estar lá. Eu estava e não estava fazendo nada”.
Gabriella diz não ter planos para o futuro, mas que não pensa em voltar a cursar o final do primeiro ano do Ensino Médio enquanto não terminar o tratamento do olho lesionado. “A ficha ainda não caiu. Eu achava que minha vida tinha acabado, estava me culpando muito. Mas não tenho culpa. Eu não pedi para isso acontecer. Saí de casa toda feliz. Minha vida não pode acabar por causa disso.”
Enquanto conversava com a reportagem, Gabriella e sua mãe estavam acompanhadas do amigo da menina, o modelo Gabriel Bueno, de 22 anos. O jovem conta que foi convidado pela estudante para ir ao baile, mas recusou o convite por ter sofrido na pele violência policial numa festa há dois anos. “Fui baleado na perna no baile da Pantanal”, se referindo à região no Itaim Paulista, também na zona leste, e aponta para a cicatriz que tem após o disparo de bala de borracha.
“Minha irmã de 6 anos só chora. Ela olha para minha mãe, chora e diz que a ‘polícia não pode fazer isso, não’. Eu nunca tive nada contra a polícia, até cumprimentava. Agora entendo porque as pessoas tem tanta raiva da polícia”, conta a garota. O sentimento de dor e revolta é compartilhado pela mãe. “Ver minha filha desse jeito… Será que esses PMs já fizeram algo que honrou seu batalhão para desonrar o pelotão dessa forma?”, finaliza Kelly.
Para o ativista dos direitos humanos, Darlan Mendes, que tem prestado apoio à família e atua junto à comunidade do Funk, não adianta fazer proibição dos bailes se o governo não dá uma solução. “É a opção de lazer noturna, nossa juventude realmente gosta de curtir a vida, sair e se divertir. Não dá para aguentar mais essa política de que tudo se resolve na bomba e na paulada”, critica. “Temos que reforçar que é importante denunciar não só casos como o da Gabriella, mas também agressões verbais e físicas. Muitos policiais usam golpes na costela pra não deixar marcas, obrigam a sentar nas mãos entrelaçadas, ou invadem a privacidade em abordagem, obrigando a pessoa a colocar a senha no celular e deixar ver suas redes sociais e fotos”, continua.
Procurado, o ouvidor das polícias de São Paulo, Benedito Mariano, afirmou que aguarda mãe e filha para serem ouvidas e registrarem a denúncia. Antes, porém, elas vão elaborar o boletim de ocorrência no 44º DP, que fica a poucos passos do baile funk, e colado parede com parede ao batalhão dos policiais autores do disparo.
Em nota, a SSP (Secretaria da Segurança Pública), comandada pelo general João Camilo Pires de Campos nesta gestão do governador paulista João Doria (PSDB) informou que “a Polícia Militar esclarece que, em 9 de novembro, policiais do 28º BPM/M realizavam a operação ‘Noite Tranquila’, com o objetivo coibir ocorrências de perturbação de sossego, quando foi necessário o uso de técnicas de controle de distúrbios para conter a multidão”, garante a pasta.
“Até o término da ocorrência não havia relato de pessoas feridas, mas, ao tomar conhecimento do caso citado pela reportagem, o Comando do 28º Batalhão Metropolitano instaurou procedimento apuratório para investigar as circunstâncias. Até o momento, a Polícia Civil não localizou registro de boletim de ocorrência sobre o fato”, prossegue a nota oficial.Gabriella conta que só recebeu socorro por volta das 6 horas do domingo, quando chegou ao Hospital São Paulo, na Vila Mariana, na zona sul, distante 30 quilômetros de onde foi baleada. No local, segundo a mãe de Gabriella, uma cirurgia de emergência foi realizada, mas constatada a perda da visão do olho esquerdo.
“Agora que está em casa precisamos fazer a troca do curativo e pingar um colírio de hora em hora. Já um outro colírio é aplicado a cada quatro horas. Esse é mais doloroso e incômodo para minha filha”, conta a manicure autônoma, que disse ter gasto R$ 200 com medicamentos até aqui. A menina ainda deve voltar nesta quinta-feira ao hospital São Paulo para dar andamento no tratamento, que pode resultar na remoção do globo ocular.
“O que me dói é que não estavam em guerra contra bandidos. São adolescentes. Pesquisei e vi que minha filha não foi a única a ser baleada nessas condições. E todos os baleados foram no olho esquerdo e nunca um culpado foi punido”, completa.
Conforme publicado pela Ponte, documentos secretos da PM descrevem as regras para o uso de bala de borracha por integrantes da tropa. Elas só devem ser usadas em casos restritos, contra um “agressor ativo, certo e específico”, e nunca disparada aleatoriamente contra uma multidão. A regra deixa claro que é um “erro” usar bala de borracha para dispersar manifestantes, que o tiro deve ser dado a 20 metros do alvo, “que deverá ser preciso” e “direcionado para os membros inferiores do agressor ativo”.
Gabriella afirma que mesmo gostando muito do som e do passeio com os amigos, nunca mais pisará em um baile funk e que agora entende a revolta de algumas pessoas com a polícia. “Fizeram isso porque são ruins. Fazem isso com qualquer pessoa. Eu achava normal as notícias de polícia em baile funk até acontecer comigo. Quando eu ouvia relatos, a primeira coisa que eu dizia era que a pessoa não tinha que estar lá. Eu estava e não estava fazendo nada”.
Gabriella diz não ter planos para o futuro, mas que não pensa em voltar a cursar o final do primeiro ano do Ensino Médio enquanto não terminar o tratamento do olho lesionado. “A ficha ainda não caiu. Eu achava que minha vida tinha acabado, estava me culpando muito. Mas não tenho culpa. Eu não pedi para isso acontecer. Saí de casa toda feliz. Minha vida não pode acabar por causa disso.”
Enquanto conversava com a reportagem, Gabriella e sua mãe estavam acompanhadas do amigo da menina, o modelo Gabriel Bueno, de 22 anos. O jovem conta que foi convidado pela estudante para ir ao baile, mas recusou o convite por ter sofrido na pele violência policial numa festa há dois anos. “Fui baleado na perna no baile da Pantanal”, se referindo à região no Itaim Paulista, também na zona leste, e aponta para a cicatriz que tem após o disparo de bala de borracha.
“Minha irmã de 6 anos só chora. Ela olha para minha mãe, chora e diz que a ‘polícia não pode fazer isso, não’. Eu nunca tive nada contra a polícia, até cumprimentava. Agora entendo porque as pessoas tem tanta raiva da polícia”, conta a garota. O sentimento de dor e revolta é compartilhado pela mãe. “Ver minha filha desse jeito… Será que esses PMs já fizeram algo que honrou seu batalhão para desonrar o pelotão dessa forma?”, finaliza Kelly.
Para o ativista dos direitos humanos, Darlan Mendes, que tem prestado apoio à família e atua junto à comunidade do Funk, não adianta fazer proibição dos bailes se o governo não dá uma solução. “É a opção de lazer noturna, nossa juventude realmente gosta de curtir a vida, sair e se divertir. Não dá para aguentar mais essa política de que tudo se resolve na bomba e na paulada”, critica. “Temos que reforçar que é importante denunciar não só casos como o da Gabriella, mas também agressões verbais e físicas. Muitos policiais usam golpes na costela pra não deixar marcas, obrigam a sentar nas mãos entrelaçadas, ou invadem a privacidade em abordagem, obrigando a pessoa a colocar a senha no celular e deixar ver suas redes sociais e fotos”, continua.
Procurado, o ouvidor das polícias de São Paulo, Benedito Mariano, afirmou que aguarda mãe e filha para serem ouvidas e registrarem a denúncia. Antes, porém, elas vão elaborar o boletim de ocorrência no 44º DP, que fica a poucos passos do baile funk, e colado parede com parede ao batalhão dos policiais autores do disparo.
Em nota, a SSP (Secretaria da Segurança Pública), comandada pelo general João Camilo Pires de Campos nesta gestão do governador paulista João Doria (PSDB) informou que “a Polícia Militar esclarece que, em 9 de novembro, policiais do 28º BPM/M realizavam a operação ‘Noite Tranquila’, com o objetivo coibir ocorrências de perturbação de sossego, quando foi necessário o uso de técnicas de controle de distúrbios para conter a multidão”, garante a pasta.
“Até o término da ocorrência não havia relato de pessoas feridas, mas, ao tomar conhecimento do caso citado pela reportagem, o Comando do 28º Batalhão Metropolitano instaurou procedimento apuratório para investigar as circunstâncias. Até o momento, a Polícia Civil não localizou registro de boletim de ocorrência sobre o fato”, prossegue a nota oficial.meu visual 2 anos de garantia 22 999570486
PMs combatem inimigo com inscrição ‘favela’ durante treino em SP
Gabriella e sua mãe, Kelly Talhaferro, receberem a reportagem da Ponte na cobertura do apartamento dúplex em que moram, no bairro Vila Virgínia, em Itaquaquecetuba, cidade localizada na Grande São Paulo. A força da menina, que ainda tenta entender o que aconteceu, contrasta com a de sua mãe, que, durante a entrevista, se emocionou por diversas vezes.
A jovem estudante do primeiro ano do Ensino Médio agora não pretende mais voltar para a escola neste ano. Ela contou que era a sua segunda vez naquele baile e que saiu de casa muito contente. A ideia era se encontrar com mais 15 amigos e seguirem em trem da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) da cidade onde moram para o Baile do Beira Rio, como é conhecida a festa de rua que reúne centenas de jovens nas madrugadas de sábado para domingo. Os grupos são vindos dos mais diferentes bairros do lado leste da capital e de cidades na região metropolitana.
A menina vaidosa agora precisa fazer curativos no olho de hora em hora. Gabriella relembra que, no local do baile, foram avisados de que não seria realizado o tradicional evento, já que a PM estava ali desde as primeiras horas da tarde impedindo sua realização. A rua em que a reunião acontece que fica a poucos metros da estação de trem de Guaianases, também administrada pela CPTM, do 44º DP (Guaianases) e da sede da 1ª Companhia do 28º Batalhão.
Segundo Gabriella, mesmo sem o baile ela e seus amigos decidiram permanecer no local pois, já era meia-noite e não teriam como voltar para Itaquaquecetuba, já que o trem havia parado de circular. Não há transporte coletivo nesse horário. A menina então conta que, por volta das 2 horas, policiais militares passaram a dispersar os pequenos grupos que ainda permaneciam no local com bombas e exigindo que deixassem a região.
“Nessa hora fomos até a estação para tentar ir embora, mas os guardas de lá não deixaram a gente ficar, então voltamos”, lembra. Após voltar, a menina conta que ela e seus amigos decidiram ficar em frente a uma adega, na tentativa de fazer com que os policiais que continuavam no local não confrontassem o grupo. Foi nesse momento que o disparo aconteceu.
“Eu estava em frente a adega quando tomei o tiro. Eles vieram na viatura, pararam na rua e quando virei o rosto o policial atirou. Estavam bem na minha frente. Ele estava dentro da viatura. Nem desceu. Mirou no meu rosto e atirou”, conta a garota.
Segundo Gabriella, os quatro PMs que estavam em um carro da corporação de porte pequeno teriam então seguido mais adiante, onde pararam. É desse momento que ela não se esquece. Ensanguentada, com muitas dores e vomitado, os PMs teriam recusado atendimento médico, inclusive com um deles rindo o tempo todo da situação.
“Pedimos para eles ligarem para o socorro e eles disseram ‘se vira’. Um deles ainda me disse ‘vá se foder’, enquanto o outro dava risada. Sou capaz de reconhecer todos: o que atirou em mim, o que me xingou e o que dava risada. Não sai da minha cabeça”, disse, em um dos poucos momentos que troca sua voz doce e fina, típica de uma menina de sua idade, por um timbre mais forte, de revolta.
O socorro da menina foi providenciando por pessoas que estavam na própria adega, já que os policiais se recusaram a prestar socorro e um pouco antes de ser bGabriella conta que só recebeu socorro por volta das 6 horas do domingo, quando chegou ao Hospital São Paulo, na Vila Mariana, na zona sul, distante 30 quilômetros de onde foi baleada. No local, segundo a mãe de Gabriella, uma cirurgia de emergência foi realizada, mas constatada a perda da visão do olho esquerdo.
“Agora que está em casa precisamos fazer a troca do curativo e pingar um colírio de hora em hora. Já um outro colírio é aplicado a cada quatro horas. Esse é mais doloroso e incômodo para minha filha”, conta a manicure autônoma, que disse ter gasto R$ 200 com medicamentos até aqui. A menina ainda deve voltar nesta quinta-feira ao hospital São Paulo para dar andamento no tratamento, que pode resultar na remoção do globo ocular.
“O que me dói é que não estavam em guerra contra bandidos. São adolescentes. Pesquisei e vi que minha filha não foi a única a ser baleada nessas condições. E todos os baleados foram no olho esquerdo e nunca um culpado foi punido”, completa.
Conforme publicado pela Ponte, documentos secretos da PM descrevem as regras para o uso de bala de borracha por integrantes da tropa. Elas só devem ser usadas em casos restritos, contra um “agressor ativo, certo e específico”, e nunca disparada aleatoriamente contra uma multidão. A regra deixa claro que é um “erro” usar bala de borracha para dispersar manifestantes, que o tiro deve ser dado a 20 metros do alvo, “que deverá ser preciso” e “direcionado para os membros inferiores do agressor ativo”.
Gabriella afirma que mesmo gostando muito do som e do passeio com os amigos, nunca mais pisará em um baile funk e que agora entende a revolta de algumas pessoas com a polícia. “Fizeram isso porque são ruins. Fazem isso com qualquer pessoa. Eu achava normal as notícias de polícia em baile funk até acontecer comigo. Quando eu ouvia relatos, a primeira coisa que eu dizia era que a pessoa não tinha que estar lá. Eu estava e não estava fazendo nada”.
Gabriella diz não ter planos para o futuro, mas que não pensa em voltar a cursar o final do primeiro ano do Ensino Médio enquanto não terminar o tratamento do olho lesionado. “A ficha ainda não caiu. Eu achava que minha vida tinha acabado, estava me culpando muito. Mas não tenho culpa. Eu não pedi para isso acontecer. Saí de casa toda feliz. Minha vida não pode acabar por causa disso.”
Enquanto conversava com a reportagem, Gabriella e sua mãe estavam acompanhadas do amigo da menina, o modelo Gabriel Bueno, de 22 anos. O jovem conta que foi convidado pela estudante para ir ao baile, mas recusou o convite por ter sofrido na pele violência policial numa festa há dois anos. “Fui baleado na perna no baile da Pantanal”, se referindo à região no Itaim Paulista, também na zona leste, e aponta para a cicatriz que tem após o disparo de bala de borracha.
“Minha irmã de 6 anos só chora. Ela olha para minha mãe, chora e diz que a ‘polícia não pode fazer isso, não’. Eu nunca tive nada contra a polícia, até cumprimentava. Agora entendo porque as pessoas tem tanta raiva da polícia”, conta a garota. O sentimento de dor e revolta é compartilhado pela mãe. “Ver minha filha desse jeito… Será que esses PMs já fizeram algo que honrou seu batalhão para desonrar o pelotão dessa forma?”, finaliza Kelly.
Para o ativista dos direitos humanos, Darlan Mendes, que tem prestado apoio à família e atua junto à comunidade do Funk, não adianta fazer proibição dos bailes se o governo não dá uma solução. “É a opção de lazer noturna, nossa juventude realmente gosta de curtir a vida, sair e se divertir. Não dá para aguentar mais essa política de que tudo se resolve na bomba e na paulada”, critica. “Temos que reforçar que é importante denunciar não só casos como o da Gabriella, mas também agressões verbais e físicas. Muitos policiais usam golpes na costela pra não deixar marcas, obrigam a sentar nas mãos entrelaçadas, ou invadem a privacidade em abordagem, obrigando a pessoa a colocar a senha no celular e deixar ver suas redes sociais e fotos”, continua.
Procurado, o ouvidor das polícias de São Paulo, Benedito Mariano, afirmou que aguarda mãe e filha para serem ouvidas e registrarem a denúncia. Antes, porém, elas vão elaborar o boletim de ocorrência no 44º DP, que fica a poucos passos do baile funk, e colado parede com parede ao batalhão dos policiais autores do disparo.
Em nota, a SSP (Secretaria da Segurança Pública), comandada pelo general João Camilo Pires de Campos nesta gestão do governador paulista João Doria (PSDB) informou que “a Polícia Militar esclarece que, em 9 de novembro, policiais do 28º BPM/M realizavam a operação ‘Noite Tranquila’, com o objetivo coibir ocorrências de perturbação de sossego, quando foi necessário o uso de técnicas de controle de distúrbios para conter a multidão”, garante a pasta.
“Até o término da ocorrência não havia relato de pessoas feridas, mas, ao tomar conhecimento do caso citado pela reportagem, o Comando do 28º Batalhão Metropolitano instaurou procedimento apuratório para investigar as circunstâncias. Até o momento, a Polícia Civil não localizou registro de boletim de ocorrência sobre o fato”, prossegue a nota oficial.Gabriella conta que só recebeu socorro por volta das 6 horas do domingo, quando chegou ao Hospital São Paulo, na Vila Mariana, na zona sul, distante 30 quilômetros de onde foi baleada. No local, segundo a mãe de Gabriella, uma cirurgia de emergência foi realizada, mas constatada a perda da visão do olho esquerdo.
“Agora que está em casa precisamos fazer a troca do curativo e pingar um colírio de hora em hora. Já um outro colírio é aplicado a cada quatro horas. Esse é mais doloroso e incômodo para minha filha”, conta a manicure autônoma, que disse ter gasto R$ 200 com medicamentos até aqui. A menina ainda deve voltar nesta quinta-feira ao hospital São Paulo para dar andamento no tratamento, que pode resultar na remoção do globo ocular.
“O que me dói é que não estavam em guerra contra bandidos. São adolescentes. Pesquisei e vi que minha filha não foi a única a ser baleada nessas condições. E todos os baleados foram no olho esquerdo e nunca um culpado foi punido”, completa.
Conforme publicado pela Ponte, documentos secretos da PM descrevem as regras para o uso de bala de borracha por integrantes da tropa. Elas só devem ser usadas em casos restritos, contra um “agressor ativo, certo e específico”, e nunca disparada aleatoriamente contra uma multidão. A regra deixa claro que é um “erro” usar bala de borracha para dispersar manifestantes, que o tiro deve ser dado a 20 metros do alvo, “que deverá ser preciso” e “direcionado para os membros inferiores do agressor ativo”.
Gabriella afirma que mesmo gostando muito do som e do passeio com os amigos, nunca mais pisará em um baile funk e que agora entende a revolta de algumas pessoas com a polícia. “Fizeram isso porque são ruins. Fazem isso com qualquer pessoa. Eu achava normal as notícias de polícia em baile funk até acontecer comigo. Quando eu ouvia relatos, a primeira coisa que eu dizia era que a pessoa não tinha que estar lá. Eu estava e não estava fazendo nada”.
Gabriella diz não ter planos para o futuro, mas que não pensa em voltar a cursar o final do primeiro ano do Ensino Médio enquanto não terminar o tratamento do olho lesionado. “A ficha ainda não caiu. Eu achava que minha vida tinha acabado, estava me culpando muito. Mas não tenho culpa. Eu não pedi para isso acontecer. Saí de casa toda feliz. Minha vida não pode acabar por causa disso.”
Enquanto conversava com a reportagem, Gabriella e sua mãe estavam acompanhadas do amigo da menina, o modelo Gabriel Bueno, de 22 anos. O jovem conta que foi convidado pela estudante para ir ao baile, mas recusou o convite por ter sofrido na pele violência policial numa festa há dois anos. “Fui baleado na perna no baile da Pantanal”, se referindo à região no Itaim Paulista, também na zona leste, e aponta para a cicatriz que tem após o disparo de bala de borracha.
“Minha irmã de 6 anos só chora. Ela olha para minha mãe, chora e diz que a ‘polícia não pode fazer isso, não’. Eu nunca tive nada contra a polícia, até cumprimentava. Agora entendo porque as pessoas tem tanta raiva da polícia”, conta a garota. O sentimento de dor e revolta é compartilhado pela mãe. “Ver minha filha desse jeito… Será que esses PMs já fizeram algo que honrou seu batalhão para desonrar o pelotão dessa forma?”, finaliza Kelly.
Para o ativista dos direitos humanos, Darlan Mendes, que tem prestado apoio à família e atua junto à comunidade do Funk, não adianta fazer proibição dos bailes se o governo não dá uma solução. “É a opção de lazer noturna, nossa juventude realmente gosta de curtir a vida, sair e se divertir. Não dá para aguentar mais essa política de que tudo se resolve na bomba e na paulada”, critica. “Temos que reforçar que é importante denunciar não só casos como o da Gabriella, mas também agressões verbais e físicas. Muitos policiais usam golpes na costela pra não deixar marcas, obrigam a sentar nas mãos entrelaçadas, ou invadem a privacidade em abordagem, obrigando a pessoa a colocar a senha no celular e deixar ver suas redes sociais e fotos”, continua.
Procurado, o ouvidor das polícias de São Paulo, Benedito Mariano, afirmou que aguarda mãe e filha para serem ouvidas e registrarem a denúncia. Antes, porém, elas vão elaborar o boletim de ocorrência no 44º DP, que fica a poucos passos do baile funk, e colado parede com parede ao batalhão dos policiais autores do disparo.
Em nota, a SSP (Secretaria da Segurança Pública), comandada pelo general João Camilo Pires de Campos nesta gestão do governador paulista João Doria (PSDB) informou que “a Polícia Militar esclarece que, em 9 de novembro, policiais do 28º BPM/M realizavam a operação ‘Noite Tranquila’, com o objetivo coibir ocorrências de perturbação de sossego, quando foi necessário o uso de técnicas de controle de distúrbios para conter a multidão”, garante a pasta.
“Até o término da ocorrência não havia relato de pessoas feridas, mas, ao tomar conhecimento do caso citado pela reportagem, o Comando do 28º Batalhão Metropolitano instaurou procedimento apuratório para investigar as circunstâncias. Até o momento, a Polícia Civil não localizou registro de boletim de ocorrência sobre o fato”, prossegue a nota oficial.meu visual 2 anos de garantia 22 999570486
segunda-feira, 11 de novembro de 2019
Corpo encontrado na lagoa de Gargaú
Um pescador encontrou por volta das 6 horas da manhã desta segunda-feira (11/11) o corpo de um homem que se afogou na Lagoa de Gargaú no domingo (10).
O corpo de Elias da Silveira, 62 anos, foi encontrado no mesmo local em que ele se afogou, uma área de muito lamaçal.
Segundo uma moradora, a vítima, que é carioca e casado com uma mulher de Gargaú, havia saído para pescar em companhia da esposa. Ela conseguiu sair da lama, mas ele, que já estava mais distante da margem, não teve a mesma sorte.
A comerciante de Gargaú do restaurante “Caranguejo com Pimenta”, Tamy Santiago, alerta turistas e moradores para o perigo deste local, que fica próximo ao Parque de Energia Eólica de Gargaú.
“Este trecho da Lagoa é formado por lama nas margens, que se transforma em uma verdadeira armadilha para quem entra. Só muita sorte para sair. É preciso que a gente chame atenção para o perigo de pescar e se banhar neste local”, disse Tamy.
Segundo moradores, o homem que mora no Rio de Janeiro, veio a Gargaú neste final de semana para trazer o sobrinho. Como estava muito calor, resolveu tomar banho e pescar na Lagoa de Gargaú, quando se afogou.
Recentemente, este homem havia perdido o cunhado que morreu em Gargaú. Ele então levou o sobrinho para o Rio de Janeiro. Neste domingo, ao retornar para trazer o sobrinho, acontecendo esta tragédia.FONTE:SITE VN GRADUAÇÃO OU PÓS A DISTÂNCIA FALE COMIGO 22 999570486 UNIFACVEST
Mergulhadores do Corpo de Bombeiros chegaram a fazer buscas neste domingo, mas não localizaram o homem. O corpo foi removido para o Instituto Médico Legal em Campos. O fato registrado na 147ª Delegacia Civil de São Francisco de Itabapoana.
O corpo de Elias da Silveira, 62 anos, foi encontrado no mesmo local em que ele se afogou, uma área de muito lamaçal.
Segundo uma moradora, a vítima, que é carioca e casado com uma mulher de Gargaú, havia saído para pescar em companhia da esposa. Ela conseguiu sair da lama, mas ele, que já estava mais distante da margem, não teve a mesma sorte.
A comerciante de Gargaú do restaurante “Caranguejo com Pimenta”, Tamy Santiago, alerta turistas e moradores para o perigo deste local, que fica próximo ao Parque de Energia Eólica de Gargaú.
“Este trecho da Lagoa é formado por lama nas margens, que se transforma em uma verdadeira armadilha para quem entra. Só muita sorte para sair. É preciso que a gente chame atenção para o perigo de pescar e se banhar neste local”, disse Tamy.
Segundo moradores, o homem que mora no Rio de Janeiro, veio a Gargaú neste final de semana para trazer o sobrinho. Como estava muito calor, resolveu tomar banho e pescar na Lagoa de Gargaú, quando se afogou.
Recentemente, este homem havia perdido o cunhado que morreu em Gargaú. Ele então levou o sobrinho para o Rio de Janeiro. Neste domingo, ao retornar para trazer o sobrinho, acontecendo esta tragédia.FONTE:SITE VN GRADUAÇÃO OU PÓS A DISTÂNCIA FALE COMIGO 22 999570486 UNIFACVEST
Mergulhadores do Corpo de Bombeiros chegaram a fazer buscas neste domingo, mas não localizaram o homem. O corpo foi removido para o Instituto Médico Legal em Campos. O fato registrado na 147ª Delegacia Civil de São Francisco de Itabapoana.
Vereador Jarédio Azevedo obtém vitória no T.R.E na tarde desta segunda-feira(11)
O Vereador Jarédio Azevedo, de São Francisco de Itabapoana, obteve vitória no final da tarde desta segunda-feira(11) no Tribunal regional Eleitoral-TER. O recurso do vereador foi julgado e acatado pela corte por 6X0. A informação foi repassada ao Blog do Carlos Jorge pelo vereador, minutos depois de receber a noticia dos seus advogados. “Acabei de receber essa boa notícia, por isso estou te repassando, vencemos por 6X0 no T.R.E na tarde de hoje. Agora estou me reunindo com os advogados para saber mais detalhes”, disse o vereador.
A Relatora do caso foi a desembargadora eleitoral, kátia valverde junqueira. Não temos, por enquanto, detalhes do teor do recurso da defesa do vereador Jarédio. Nas próximas horas o Blog do Carlos Jorge irá trazendo a matéria completa.
Entenda o caso
O vereador Jarédio Azevedo foi condenado à prisão e perda dos direitos políticos, além de multa. Járedio foi condenado à perda do mandato e oito anos de prisão. A sentença foi pelo Juiz Leonardo Cajueiro, no dia 4 de julho. O vereador foi sentenciado por, segundo o ministério público, ter evidenciado irregularidades na prestação de contas. Ná época, o ex-vereador Marcelo Garcia também foi sentenciado. Sobre o processo do ex-vereador Marcelo Garcia. Em entrevista ao blog, na ocasião da condenação, ele afirmou que iria recorrer e estava tranquilo e confiante na sua absolvição. Recentemente Marcelo, uma fonte ligada ao Marcelo confirmou a nossa reportagem que o recurso estava para ser analisado e que Garcia estava otimista.FONTE:CARÇOS JORGE É SHOWfaça seu curso de atendente de farmácia e outros pelo menor preço 22 999570486
A Relatora do caso foi a desembargadora eleitoral, kátia valverde junqueira. Não temos, por enquanto, detalhes do teor do recurso da defesa do vereador Jarédio. Nas próximas horas o Blog do Carlos Jorge irá trazendo a matéria completa.
Entenda o caso
O vereador Jarédio Azevedo foi condenado à prisão e perda dos direitos políticos, além de multa. Járedio foi condenado à perda do mandato e oito anos de prisão. A sentença foi pelo Juiz Leonardo Cajueiro, no dia 4 de julho. O vereador foi sentenciado por, segundo o ministério público, ter evidenciado irregularidades na prestação de contas. Ná época, o ex-vereador Marcelo Garcia também foi sentenciado. Sobre o processo do ex-vereador Marcelo Garcia. Em entrevista ao blog, na ocasião da condenação, ele afirmou que iria recorrer e estava tranquilo e confiante na sua absolvição. Recentemente Marcelo, uma fonte ligada ao Marcelo confirmou a nossa reportagem que o recurso estava para ser analisado e que Garcia estava otimista.FONTE:CARÇOS JORGE É SHOWfaça seu curso de atendente de farmácia e outros pelo menor preço 22 999570486
domingo, 10 de novembro de 2019
Homem desaparece nas águas da lagoa de Gargaú
Um homem desapareceu nas águas da lagoa de Gargaú, em São Francisco de Itabapoana, na tarde deste domingo(10). Morador do Rio de Janeiro o homem, ainda sem identificação, de aproximadamente 45 anos, desapareceu ao sair para tomar banho na lagoa. Equipe do Corpo de Bombeiros foi acionado, feito buscas, porém o homem não foi localizado até o fechamento da matéria no Blog do Carlos Jorge.
O banhista teria vindo do Rio de Janeiro para trazer um sobrinho e decidiu se banhar, quando ocorreu a fatalidade. Aos banhistas que não conhecem bem a lagoa de Gargaú, o local aparentemente inofensivo já foi cenário de muitos afogamentos, por isso todo cuidado é pouco ao se banhar na referida lagoa. Fotos de arquivo do Blog do Carlos Jorge
O banhista teria vindo do Rio de Janeiro para trazer um sobrinho e decidiu se banhar, quando ocorreu a fatalidade. Aos banhistas que não conhecem bem a lagoa de Gargaú, o local aparentemente inofensivo já foi cenário de muitos afogamentos, por isso todo cuidado é pouco ao se banhar na referida lagoa. Fotos de arquivo do Blog do Carlos Jorge
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