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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

IDOSA QUE DIZ TER MATADO ASSALTANTE MORRE EM INCÊNDIO EM CAXIAS DO SUL


Segundo a Brigada Militar, fogo atingiu apartamento da idosa.
Em 2012, Odete Hoffman afirmou ter disparado em invasor dentro e casa.


Incêndio atingiu apartamento de idosa na madrugada (Foto: Reprodução/RBS TV)
A idosa Odete Hoffman, de 88 anos, morreu em um incêndio em seu apartamento na madrugada desta quinta-feira (7), em Caxias do Sul. Conhecida nacionalmente em 2012 por afirmar que havia matado a tiros um assaltante que invadiu sua casa, ela não resistiu às chamas, conforme informa a Brigada Militar do município.
Odete estava sozinha em casa. O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 2h para combater o fogo no apartamento do terceiro andar, o último do prédio da Rua Sinimbu, no Centro de Caxias do Sul. O edifício teve de ser evacuado. Segundo a Brigada Militar, cinco viaturas dos bombeiros foram deslocadas para a ocorrência, mas a idosa não conseguiu se salvar.
A Brigada Militar isolou o prédio para o trabalho de uma equipe de perícia da Polícia Civil pela manhã. As causas do incêndio ainda não foram esclarecidas. Familiares relataram à polícia que acreditam que uma vela acesa provocou o fogo
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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

MENINA DE ONZE ANOS VÍTIMA DE TENTATIVA DE ESTUPRO PELO PRÓPRIO PADASTRO


Mãe encontrou o suspeito nu e a criança sem calcinha dentro de casa, em Campos
 Mauro de Souza

Mãe encontrou o suspeito nu e a criança sem calcinha dentro de casa, em Campos


Segundo relatos da mãe da criança aos policiais, ela havia saído de casa e deixado os três filhos e o enteado aos cuidados do companheiro. Ao retornar, a mulher teria encontrado T.C.S., 28 anos, no quatro completamente nu e a menina sem calcinha.
Uma criança de 11 anos foi vítima de uma tentativa de estupro na tarde desta terça-feira (05/11) no Parque Aurora, em Campos. De acordo com policiais militares do setor Lima, a menina foi encontrada pela mãe sem calcinha no quarto da casa.
Ela compareceu a 134ª Delegacia Legal (Centro) para registrar a ocorrência. O suspeito foi detido em flagrante e levado para 134ª DL, onde será ouvido pelo delegado. O homem poderá responder por tentativa de estupro de vulnerável. Até o fechamento da edição a equipe do Site Ururautentou falar com o delegado adjunto, mas não conseguiu contato.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

PITIBULL MATA O PRÓPRIO DONO ATACA MULHER E ACABA MORTO PELA POLÍCIA

 

Homem foi encontrado dentro de casa, em Praia Grande, no litoral de SP.
Mulher da vítima foi levada para o pronto socorro da cidade.


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Pitbull mata o próprio dono, ataca mulher e acaba morto pela polícia (Foto: Reprodução / TV Tribuna)Pitbull matou o próprio dono na noite desta segunda-feira (Foto: Reprodução / TV Tribuna)
Um cachorro da raça pitbull matou o próprio dono e ainda atacou a mulher da vítima na noite desta segunda-feira (4) em Praia Grande, no litoral de São Paulo. O cão só parou depois de ser morto com dois tiros pela Polícia Militar.
Segundo a polícia, a dona do pitbull tinha acabado de entrar em casa junto com a filha, no bairro Guilhermina, quando viu o marido caído no chão. Os ferimentos indicavam que ele havia sido atacado pelo cachorro. Em seguida, o cão foi para cima dela também. A filha ainda tentou defendê-la, mas não conseguiu. Desesperada e ferida, a mulher correu para a rua para pedir ajuda, no momento em que uma viatura da PM passava pelo local.
Como o portão da casa ficou aberto, o pitbull escapou. Segundo a polícia, nesse momento havia muita gente na rua e o animal estava descontrolado. Para evitar novos ataques, foi preciso atirar duas vezes contra o cachorro, a primeira na perna e a segunda no pescoço. O cão acabou morrendo.
Quando a PM entrou na residência, o homem de 52 anos já estava morto. A mulher foi levada para o pronto socorro da cidade e permanece em observação. De acordo com as primeiras informações obtidas pela polícia, o cachorro não tinha histórico de ser agressivo com a família, que abalada, não quis falar com a imprensa. O caso foi levado para a Delegacia Sede de Praia Grande.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

após morte cerebral, família decide doar órgãos de jovem morta com tiro na cabeça na dutra


Isabella Pavani Castilho Cruz, de 18 anos, foi baleada durante tentativa de assalto

AnteriorBaleada na última terça-feira (29), a estudante Isabella Pavani Castilho Cruz, de 18 anos, teve a morte cerebral confirmada neste sábado (2) pelos médicos do Hospital Nipo-Brasileiro, em Guarulhos, na Grande São Paulo. A notícia deu um desfecho trágico a um caso ainda sem solução. Saiba maisPróxima
Baleada na última terça-feira (29), a estudante Isabella Pavani Castilho Cruz, de 18 anos, teve a morte cerebral confirmada neste sábado (2) pelos médicos do Hospital Nipo-Brasileiro, em Guarulhos, na Grande São Paulo. A notícia deu um desfecho trágico a um caso ainda sem solução. 
Foto: Reprodução/TV Record
     

domingo, 3 de novembro de 2013

DOCE DE COCO

Doce de coco

 
INGREDIENTES
100 g de coco ralado úmido e adoçado
150 ml de leite
3 ovos
1 lata de leite condensado (395 g)
Calda de Coco
½ xícara (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de leite de coco

MODO DE PREPARO
Em uma tigela misture 100 g de coco ralado úmido e adoçado, 150 ml de leite e deixe hidratar por 20 minutos.
Coloque em uma outra tigela 3 ovos, 1 lata de leite condensado e misture bem com um batedor de arame. Transfira a mistura para a tigela com o coco ralado hidratado e misture.
3- Em 4 xícaras que possam ir ao forno ou refratários individuais untados com manteiga e polvilhados com açúcar coloque a massa de coco e leve ao forno médio pré-aquecido a 180°C por 35 minutos ou até dourar. Retire do forno e deixe esfriar. Sirva em seguida.
Calda de Coco
Em uma panela coloque ½ xícara (chá) de açúcar e leve ao fogo médio até derreter o açúcar. Adicione 1 xícara (chá) de leite de coco e deixe cozinhar até engrossar (por cerca de 10 minutos). Retire do forno.
RENDIMENTO
4 porções

sábado, 2 de novembro de 2013

HOMEM MORA COM AMIGO MORTO EM TÚMULO DE SANTA ISABEL


Popó, conhecido no Cemitério de Brotas, está no local há 13 anos.
Sonho do morador é sair do cemitério ainda com vida e ter uma casa.

Jamile SantanaDo G1 Mogi das Cruzes e Suzano

Popó é o anfitrião do cemitério de Brotas, em Santa Isabel (SP) (Foto: Jamile Santana/G1)Popó é o anfitrião do cemitério de Brotas, em Santa Isabel (SP) (Foto: Jamile Santana/G1)
A história tem um enredo digno de um livro. Afinal, muitas teorias e lendas exageradas podem surgir a partir da vida de um homem que mora em um túmulo de um cemitério há 13 anos. Mas essa história já existe e é incrivelmente simples: Fábio Beraldo Rigol, de 47 anos, mora – e divide espaço com um cadáver – em um túmulo do cemitério de Brotas, bairro de Santa Isabel (SP). Não mora ali porque cultiva um gosto duvidoso ou qualquer coisa do gênero. Virou andarilho por causa do uso de drogas e achou, no túmulo de um amigo, um abrigo contra o frio e a chuva, quando os dias de vivência na rua se tornam mais sofridos.
Sua estrutura física dá indícios da alimentação irregular. É magro, alto, calvo, repleto de tatuagens – entre elas uma teia de aranha no pescoço e o apelido “Popó” entre os dedos da mão esquerda – sem falar na barba relativamente grande. Usa roupas sujas (de terra, a propósito), surradas e que foram doadas por alguma “alma boa e generosa”, como descreve. Caminha pelos morros do cemitério com a ajuda de um pedaço de madeira, que encontrou ali mesmo, no chão. E mesmo sem pegar em um livro ou manter conversas que durem mais de 10 minutos com uma pessoa viva há anos, fala o Português de maneira impecável. Herança do que aprendeu em sala de aula, na 7º série, quando se formou e dos dizeres rebuscados dos  processos que acompanhava enquanto era despachante.
Popó, como é conhecido, mora em um túmulo em Santa Isabel há 13 anos (Foto: Jamile Santana/G1)Túmulo onde Popó dorme, ao lado do amigo morto.
(Foto: Jamile Santana/G1)
E apesar de todas as características peculiares, Popó é praticamente um fantasma. Mora na pacata cidade de Santa Isabel, que tem 50.453 habitantes, fica a 57 quilômetros da Capital e possui 11.955 domicílios, segundo o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O que os dados não mostram é que um habitante mora numa residência nada convencional para alguém vivo: um túmulo. Mas Fábio Beraldo Rigol, está vivo.
A vida na rua começou com uma briga de família. “Nasci em Santa Isabel, tenho família na cidade. Eu era despachante, tinha um escritório que faliu. Comecei a usar drogas e fui expulso de casa, ai fiquei perambulando pelas ruas, até chegar aqui.”
Parece ironia, mas, Popó encontrou na casa dos mortos, uma forma de manter-se vivo. “Já estava de noite, chovendo muito. Lembro de pouca coisa, mas quando acordei, já estava aqui”. Escolheu um túmulo grande. Tem espaço para seis sepultamentos, mas só uma das prateleiras foi usada. Um amigo de Popó está enterrado no local há mais de dez anos. “Pedi permissão para entrar, afinal, ninguém invade a casa do outro assim”. E o morador do cemitério fala um ditado popular com conhecimento de causa: “Não tenho medo dos mortos, só dos vivos”, afirma. O homem disse nunca ter visto um fantasma e confessou que se sente um pouco solitário, apesar de ser avesso à conduta sociável.
Não passa o dia todo no cemitério. Nem mesmo os espíritos mais calmos aguentariam tamanho silêncio, ele diz. “Durante o dia saio, vou até o centro da cidade conseguir comida. Só em dias de muita chuva que fico recolhido. Sempre alguém me doa algo, Deus não deixa ninguém morrer de fome”, considera.  Toma banho em abrigos, ganha roupas, comida e vai tocando. “Às vezes saio para usar droga, ainda sou viciado. Mas uso lá fora, dentro de casa não. Eu sei que é errado, mas estou vivo né? (sic). Acho que posso pecar”, considera.
E o homem que conhece o cemitério como a palma da mão, já testemunhou vários conhecidos sendo enterrados. “Não gosto de ver. Prefiro lembrar das pessoas que gosto vivas e felizes”, diz Popó.
Outra ironia: o homem que não se importa em dormir dividindo um espaço escuro e sombrio com um cadáver, não pode ver sangue que desmaia. “Passo mal mesmo. Outro dia eu tive que ir até o hospital, fiquei internado três dias e, nossa, não aguentava ver nem um pingo de sangue que saía da agulha”, comentou.
E apesar de ter chegado na frente no repouso final de todo ser humano, Popó não pretende permanecer no local até a sua hora. “Quero sair daqui com vida. Quero ter uma casinha, nem que for um quarto com banheiro. Quero voltar a trabalhar se tiver chance. A vida ainda não acabou”, planeja.
Popó é chamado de "Guardião do Cemitério" pelos coveiros de Santa Isabel (Foto: Jamile Santana/G1)Popó é chamado de "Guardião do Cemitério" pelos coveiros de Santa Isabel. (Foto: Jamile Santana/G1)

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

após ficar com rosto deformado em cirurgia plástica , apresentadora de tv vive só de pão e água


Mulher conta que se convenceu a fazer operação depois que médico a chamou de “acabada”

AnteriorConhecida como “Rainha dos Caminhoneiros” em Cascavel, no
Parará, a apresentadora de TV, Edileuza Fabrini, de 65 anos, vive hoje um
pesadelo: ter que conviver com seu rosto deformado após erro médico em uma
cirurgia plástica. Emocionada, ela conta que depois da operação malsucedida,
sua vida se transformou completamente. Além de problemas de saúde, ela foi
obrigada a largar o comando do programa de TV que fazia “há 32 anos
consecutivos”, como ela mesma faz questão de falar.   Próxima
Conhecida como “Rainha dos Caminhoneiros” em Cascavel, no Parará, a apresentadora de TV, Edileuza Fabrini, de 65 anos, vive hoje um pesadelo: ter que conviver com seu rosto deformado após erro médico em uma cirurgia plástica. Emocionada, ela conta que depois da operação malsucedida, sua vida se transformou completamente. Além de problemas de saúde, ela foi obrigada a largar o comando do programa de TV que fazia “há 32 anos consecutivos”, como ela mesma faz questão de falar.